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Allan Kardec

quinta-feira, 31 de março de 2011

Pré-estréia do filme “As mães de Chico Xavier”

Pré-estréia do filme “As mães de Chico Xavier” superlotou duas salas na Paraíba

Representantes da FEPB com produtores e atores
Com duas salas superlotadas no Cine Box, do Shopping Manaíra, em João Pessoa, um público seleto de convidados, formado por autoridades, jornalistas e lideranças espíritas, teve o privilégio de conferir, em primeira mão, o filme "As Mães de Chico Xavier", na manhã deste domingo (27/03). O clima foi de muita emoção. Foi considerável a quantidade de pessoas que saíram do cinema chorando, emocionados pelo teor do filme, que enaltece as histórias reais de três mães, que, aliviaram sua dor através da psicografia de Chico Xavier.

O evento, que incluiu João Pessoa no roteiro de avant première das dezoito capitais, contou com as presenças especiais do diretor Halder Gomes, que divide a direção com Glauber Filho, e da atriz Chistiane Góis, que interpreta personagem Lica – a babá de Theo (Gabriel Pontes).

Os artistas, juntamente com o presidente da Federação Espírita Paraibana, José Raimundo de Lima, e o representante da Estação da Luz, Rodrigo Grangeiro, abriram a solenidade.

A produção do filme fez uma promoção. Quem adquirir a cada dois ingressos, com antecedência, recebe grátis uma caneta, até a duração do estoque. Consulte os cinemas de sua cidade. Na próxima sexta-feira (1º de abril) o longa estreará nacionalmente, coincidindo com a véspera dos 101 anos de nascimento de Chico Xavier e encerrando as comemorações do centenário do médium. No decorrer de um ano, Chico movimentou o mercado cinematográfico com três filmes. Iniciou com sua história, dirigida por Daniel Filho, seguida por “Nosso Lar” (ambos com sucesso de bilheteria), e agora “As mães de Chico Xavier”, com expectativa semelhante de público, em face do enredo do filme.

Inspirado no livro “Por trás do véu de Ísis”, de Marcel Souto Maior, “As Mães de Chico Xavier” é baseado em fatos reais e conta a história de três mães, vivendo momentos distintos de suas vidas e encontram conforto através do médium Chico Xavier, após suas vidas passarem por grandes mudanças. O filme traz em seu elenco nomes como Nélson Xavier, Caio Blat, Vanessa Gerbelli, Herson Capri, Via Negromonte e Tainá Muller, entre outros. Direção de Glauber Filho e Halder Gomes. Produção da Estação Luz Filmes, distribuição da Paris Filmes e apoio promocional da Globo Filmes e Telecine.

A Federação Espírita Paraibana (FEPB) vem sendo parceira na divulgação de todos estes filmes, sempre subsidiando a imprensa, além de promover a difusão junto à comunidade espírita paraibana. O público presente foi convidado para fazer a multiplicação da informação sobre o filme.

quarta-feira, 23 de março de 2011

1º DE ABRIL ESTREIA NOS CINEMAS NACIONAIS


Free Image Hosting at www.ImageShack.us         O filme "As Mães de Chico Xavier" contará a histórias das mães que ao perder seus filhos, buscavam nas cartas psicografadas de Chico, palavras de fé e esperança.
     Este será mais um dos filmes baseado no medium Chico Xavier, visto que o primeiro que foi lançado contava a história da vida de Chico Xavier.




terça-feira, 8 de março de 2011

EVENTOS ESPÍRITA



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Estiveram presentes no ENESP  representado o Centro Espírita Jesus de Nazareth, Vicente Tobias, Lilian, Jailma, José Martins (Dedé), Vandeilton e Pauliane.
     
     O expositor Vicente Gayoso abordou o tema Mediunidade socorrista, no domingo, à tarde, redistribuído nos seguintes sub-temas: comunicação de suicidas, espiritismo – tratamento e prevenção.

Atrações artísticas

         No domingo, o público foi brindado com a apresentação da dupla Neifa e Wallace (imagens acima). Já segunda-feira do Enesp, foi a vez de Renata Simões (ao lado) que encantou ao som do violino.


     Ao abordar o tema Mediunidade, o médico e terapeuta transpessoal paraense, Alberto Almeida, alertou nesta segunda (07/03) em seminário no Encontro Espírita Paraibano (Enesp), que cirurgias espirituais não são atribuições do Espiritismo. “A finalidade da Doutrina Espírita é iluminar almas, estimulando a renovação interior, e não curar corpos”, destacou, reafirmando que “a maior cirurgia que o centro espírita pode promover é a da alma”.

     Alberto ressaltou que a cura deverá vir de dentro para fora. Explicou que o roteiro a ser buscado, neste sentido, é a “mediunidade com Jesus”, que consiste, segundo ele, “em usar a aptidão da mediunidade valendo-se de possibilidades éticas, morais e cristãs em favor do bem, do belo e do bom”. O médico enfatizou que esta direção é o que preconiza o Livro dos Médiuns, que está completando 150 anos de edição.
“O Livro dos Médiuns é a aplicabilidade da mediunidade com Jesus. Não tem tratado da ciência, com tanta longevidade e absolutamente em dia, como esta obra, que é a base para toda a literatura sobre mediunidade, que alivia corações e consola almas”, elogia. Acrescentou que aquele livro é um patrimônio histórico à disposição dos médiuns, para criar o hábito de ser cada vez melhor”.

     Alberto Almeida encerra o Encontro Espírita Paraibano, nesta terça-feira, das 9h às 12h, com uma palestra sobre “Família: desatando nós e criando laços”.


Texto e fotos: Fátima Farias – Ascom/FEPb

38º MIEP  - CAMPINA GRANDE-PB
O CEJN tambem teve representação no MIEP com maior número!

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O MIEP vem se destacando a cada ano tomando proporções maiores, isso é satisfatório ao movimento espírita desmonstrando o interesse das pessoas não espíritas e espíritas na intenção de buscar respostas ou se iluminar-se no conhecimento que a Doutrina espírita proporciona.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Construindo uma cultura de paz

Rossandro Klinjey

A percepção da Paz como Cultura foi um conceito criando por Federico Mahyor Zaragoza, político espanhol, que foi diretor-geral da UNESCO de 1987 a 1999. Durante a Conferência de Yamoussoukro, na Costa do Marfim, as discussões ali fomentadas culminaram com o surgimento da expressão Cultura de Paz.

Como sabemos, cada povo tem que lidar, ao seu tempo e ao seu modo, com seu ethos ideológico, aqui compreendido como uma síntese dos seus costumes e de suas características de grupo que o diferencia de outros. Entender e vivenciar esse ethos, possibilita um plano de reconciliação não só com os seus iguais, mas também com outras sociedades e povos. Acontece que essa reconciliação não advém apenas da simples vontade política como pensam alguns.

Muitas vezes se imaginou que a construção da paz poderia surgir em gabinetes, onde acordos selados entre políticos garantiriam a paz entre povos em conflito. Qual de nós já não viu uma reunião de algum presidente americano com líderes judeus e palestinos, assinando acordos de paz na Casa Branca, seguida de apertos de mãos transmitidos ao vivo para o mudo todo, mas que em nada resultaram?

O caráter conflitivo das sociedades não é algo inato, pelo contrário, ele é construído por processos históricos que reafirmam a discriminação e a intolerância. Por isso, Nelson Mandela asseverava que: “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”, ensinados, enfim, a pacificar.

A paz só pode ser construída se entendida não como um acordo, como uma disposição, mas sim como uma cultura a ser construída em substituição à cultura de violência, desrespeito e intolerância que ainda predomina no mundo atual.

Para construirmos uma cultura de paz temos que nos lançar num desafio gigantesco, visando influenciar nossas próprias sociedades, pavimentando a estrada que levará as gerações futuras para um mundo onde a paz seja um valor do qual nenhum povo irá querer abrir mão.

Se, como diz o compositor Nando Cordel: “a paz do mundo começa em mim”, certamente temos que entender que ela termina na minha conduta com o outro. E ainda que a paz interior se constitua numa busca sem a qual nenhuma outra virá, ela não se esgota em si mesma. É preciso buscar e (re)encontrar o outro para que eu possa vivenciar a paz, promover valores de tolerância, escuta, empatia, e uma abertura sincera para reavaliar as nossas próprias suposições sobre nós mesmos e sobre os outros, até que um dia possamos amar a todos como a nós mesmos.

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